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CIEG desenvolve estudo sobre a presença das mulheres na arquitetura em Portugal

W@ARCH.PT - Arquitectas em Portugal: construção da visibilidade, 1942-1986” é um projeto que está a ser desenvolvido pela investigadora do Centro Interdisciplinar de Estudos de Género (CIEG), do ISCSP-ULisboa, Patrícia Santos Pedrosa, e que se debruça sobre a presença das mulheres arquitetas portuguesas no desenvolvimento da prática arquitetónica, investigação e ensino, que consideram estar “longe de se encontrar identificada”.

O estudo levanta questões sobre quem, quando e como contribuíram as arquitetas para a história da arquitetura em Portugal “ainda que quase sempre na sombra”, refere o estudo.

O marco cronológico inicia-se em 1942, ano em que a primeira mulher, Maria José Estanco, conclui o curso de arquitetura em Portugal, e termina em 1986, ano crucial da história portuguesa. Por um lado, o país entra para a CEE, por outro, assiste-se à explosão e massificação das escolas de arquitetura. Entre estas balizas cronológicas encontram-se os grandes acontecimentos da história da arquitetura moderna portuguesa: entre outros, o Congresso de 1948 e o processo do SAAL. Este projeto de investigação, que estará concluído em 2021, compreende um trabalho de arquivo e recolha oral de testemunhos, que possibilitam a compreensão do papel das arquitetas portuguesas neste período temporal.

Com o intuito de reforçar o papel das mulheres na arquitetura, a investigadora do CIEG-ISCSP, Patrícia Santos Pedrosa, colaborou, em junho, com o programa Curadorias Convidadas das #WikiEditorasLx — grupo de editoras que quer dar mais visibilidade a mulheres — e escreveram o perfil na Wikipédia das arquitetas Maria José Estanco, Inês Lobo, Ana Tostões, Olga Quintanilha e Teresa Andresen.

⇒ Leia a notícia do jornal Público ‘“Elas andaram aí”, mas com “estranhos destinos”. Como se (re)escreve na história portuguesa a arquitectura no feminino?’, que destaca o estudo do CIEG-ISCSP “W@ARCH.PT - Arquitectas em Portugal: construção da visibilidade, 1942-1986”.

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